05 março 2011
Viagem ao Oriente - Parte II
04 março 2011
Viagem ao Oriente
Calcutá ou Kolkata, Índia, setembro 2007
Cheguei em Calcutá, sudeste da Índia, às 6:00hs da manhã vinda de São Paulo com escala em Londres. O aeroporto é pequeno e muito simples. Após 28 horas de viagem o cansaço começava a invadir meu corpo, mas a excitação de ter finalmente chegado em um país absolutamente diferente me impulsionou à explorá-lo. O plano era esperar, dentro do aeroporto de Calcutá, as 6 horas restantes até o próximo vôo com destino aos Himalaias, mas depois de “conhecê-lo”, decidí “ dar um pulinho” até a cidade. Que ingenuidade à minha! Ou, no mínimo, cultura mundial limitada. Eu achava que o aeroporto de Calcutá fosse algo como o aeroporto de Congonhas em São Paulo, com lojas e o bastante para se distrair enquanto espera seu vôo. No aeroporto onde eu estava existem 3 lojinhas: uma de bebidas, uma de lanche e uma de livros – os livros empilhados no chão e por todo o quiósque, alguns empoeirados ou com plástico amarelado cobrindo. Títulos variados em hindu e inglês. Poucos lugares para se sentar, e, a única distração lá era eu mesma, pois havia muita gente me olhando.
05 outubro 2009
Semana de Micael - O Medo
Esta semana e a semana de Micael. Segundo a filosofia antroposofica de Rudolf Steiner Waldorf, Micael representa a forca que neste inicio de primavera brota em nosso interior. Esta força interna é a consciência que devemos buscar em nosso cotidiano para dominar as emocoes aflitivas que nos rodeiam: o MEDO, a vaidade, o egoísmo, a ganância, o orgulho, a concorrência, a corrupção, o consumismo e outros tantos.
Essas emocoes são tudo aquilo que nos prendem ao materialismo, levando a uma preocupação exagerada e fazendo com que esqueçamos da nossa essência, do nosso “Eu interior”.
Segundo Steiner, “o contrário do medo não é a coragem, mas o amor. Cor - agem é coração agindo em nome do amor”. Esta coragem de viver pode ultrapassar nossos medos e limites.
“Nego-me a me submeter ao medo que tira a alegria de minha liberdade, que não me deixa arriscar nada, que me torna pequeno e mesquinho, que me amarra, que não me deixa ser direto e franco, que me persegue, que ocupa negativamente minha imaginação, que sempre pinta visões sombrias.
No entanto, não quero levantar barricadas por medo do medo. Eu quero viver, e não quero encerrar-me. Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero. Quero pisar firme porque estou seguro e não para encobrir meu medo. E, quando me calo, quero fazê-lo por amor e não por temer as consequências de minhas palavras.
Não quero acreditar em algo só pelo medo de não acreditar. Não quero filosofar por medo que algo possa atingir-me de perto. Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amigável. Não quero impor algo aos outros pelo medo de que possam impor algo a mim.
Por medo de errar, não quero tornar-me inativo. Não quero fugir de volta para o velho, o inaceitável, por medo de não me sentir seguro no novo. Não quero fazer-me de importante porque tenho medo de que senão poderia ser ignorado. Por convicção e amor quero fazer o que faço e deixar de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio e dá-lo ao amor. E quero crer no reino que existe em mim.”
No entanto, não quero levantar barricadas por medo do medo. Eu quero viver, e não quero encerrar-me. Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero. Quero pisar firme porque estou seguro e não para encobrir meu medo. E, quando me calo, quero fazê-lo por amor e não por temer as consequências de minhas palavras.
Não quero acreditar em algo só pelo medo de não acreditar. Não quero filosofar por medo que algo possa atingir-me de perto. Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amigável. Não quero impor algo aos outros pelo medo de que possam impor algo a mim.
Por medo de errar, não quero tornar-me inativo. Não quero fugir de volta para o velho, o inaceitável, por medo de não me sentir seguro no novo. Não quero fazer-me de importante porque tenho medo de que senão poderia ser ignorado. Por convicção e amor quero fazer o que faço e deixar de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio e dá-lo ao amor. E quero crer no reino que existe em mim.”
Rudolf Steiner Waldorf
14 janeiro 2009
+ Q Perfume: Paixão por chocolate - Parte I
"Quando os Aromas e os Humores se comungam (...) - na Arte, o resultado é saborosamente uma Paixão" Luiz Corazza.
Esta frase resume muito bem meu estado de espírito, meu amor pela arte, pelo chocolate, pelas histórias de vida das pessoas, dos prazeres, e do sentir. Todos esses elementos se uniram fortemente na criação da Chocolat Des Art. Este é meu novo projeto de vida...esta é minha nova paixão...e quem quiser se lambuzar de prazer viaje comigo na delicada experiência sensorial do CHOCOLATE!
06 janeiro 2009
+ Q Perfume: White - The color of Peace/Branco - A cor da Paz
+ Q Perfume: White - The color of Peace/Branco - A cor da Paz
Se focarmos na essência
Se ignorarmos as interferências
Se limparmos nossa mente...
Então...
Os sentidos se harmonizam
As emoções se apaziguam
a PAZ interior predomina
E...
O Branco colorirá o mundo!
Se focarmos na essência
Se ignorarmos as interferências
Se limparmos nossa mente...
Então...
Os sentidos se harmonizam
As emoções se apaziguam
a PAZ interior predomina
E...
O Branco colorirá o mundo!
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