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20 outubro 2013



Viagem ao Oriente Parte VI
Conhecendo Darjeeling e a Partida

Na manhã seguinte queria sair bem cedo para aproveitar o dia e ver os pontos turísticos de Darjeeling, para à tarde seguir minha viagem para o Nepal. Os donos do Hotel me ofereceram levar até a fronteira aprox. 90km por U$55, achei alto o valor, e como havia lido sobre esse caminho, que era  travessia  do povo dos Himalaias para o Nepal, decidi fazer o trajeto por conta própria e transporte disponível – mal sabia que mais tarde eu me arrependeria. Para não correr o risco de perder meu avião já reservado na fronteira do Nepal para Kathmandu, às 12h40 do dia seguinte, eu teria que descer as montanhas no mesmo dia e dormir em Siliguri, para seguir viagem no dia seguinte. Para meu infortúnio o dia amanheceu chovendo. Havia arrumado as malas no dia anterior e acordado às 6h00 para aproveitar a manhã. Ninguém estava acordado no Hotel, para eu tomar café, e eu não poderia sair com aquela . Portanto tive de esperar até próximo das 8H00 quando consegui tomar café e avisar o rapaz do Hotel sobre o meu checkout às 12h00. 

14 agosto 2011

Viagem ao Oriente - Rumo ao Hymalaia - Parte IV

Chegando em Bagdogra, encontrei oque eu já esperava: um aeroporto ainda menor que o de Calcutá e nenhuma possibilidade para informação. Apesar disso, avistei logo os "jeeps" que te levam para as montanhas, sobre os quais havia lido na internet. Achei um Land Rover que me pediu U$30 para me levar até Darjeeling - 75kms subindo o Hymalaia.Entrei nele e logo estávamos saindo da cidade e entrando no campo. Foi a primeira vez que ví uma plantação de Camelia Sinensis - a planta do chá, também chamada por lá de Folha Chinesa, como iria aprender mais tarde. Haviam enormes plantações nas baixadas com catadores de chás, ou "Tea Plukers" em pleno trabalho. Passamos por vilarejos muito pobres. Vacas e Cachorros deitados no meio das ruas. Quando iniciamos a subida, a real beleza encheu meu olhos e minha alma...

05 março 2011

Viagem ao Oriente - Parte II

Era uma revolução, ao ter de encontrar quem dos 30 homens motoristas falava algum inglês. Enquanto isto um senhor indiano se aproximou; e me perguntou oque eu iria fazer no centro de Calcutá. Ao perceber que eu não fazia idéia do que iria fazer lá e que tinha somente algumas horas, ele me disse: "Go to Park Street" - Repeti o nome da rua para o homem do bloquinho; agora eu tinha um destino. Foi muito depois que eu entendi que os indianos não se localizam com referências como : centro de uma cidade - até porque as cidades são tão irregulares, que seria difícil achar o centro de qualquer uma.

04 março 2011

Viagem ao Oriente


Calcutá ou Kolkata, Índia, setembro 2007

Cheguei em Calcutá, sudeste da Índia, às 6:00hs da manhã vinda de São Paulo com escala em Londres. O aeroporto é pequeno e muito simples. Após 28 horas de viagem o cansaço começava a invadir meu corpo, mas a excitação de ter finalmente chegado em um país absolutamente diferente me impulsionou à explorá-lo. O plano era esperar, dentro do aeroporto de Calcutá, as 6 horas restantes até o próximo vôo com destino aos Himalaias,  mas depois de “conhecê-lo”, decidí “ dar um pulinho” até a cidade. Que ingenuidade à minha! Ou, no mínimo, cultura mundial limitada. Eu achava que o aeroporto de Calcutá fosse algo como o aeroporto de Congonhas em São Paulo, com lojas e o bastante para se distrair enquanto espera seu vôo. No aeroporto onde eu estava existem 3 lojinhas: uma de bebidas, uma de lanche e uma de livros – os livros empilhados no chão e por todo o quiósque, alguns empoeirados ou com plástico amarelado cobrindo. Títulos variados em hindu e inglês. Poucos lugares para se sentar, e, a única distração lá era eu mesma, pois havia muita gente me olhando.